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Desconhecido
Seu intestino tem algum papel a desempenhar na sua saúde global? As pessoas têm me perguntado muito. A gente fala muito de digestão, de intestino, mas recentemente têm vindo cada vez mais perguntas de síndrome intestino irritável, sebo, doença de Crohn, intestino permeável e assim chamei o gastro mais pop que eu conheço pra gente trocar uma ideia nessa live de hoje, então vou atacar esses assuntos sozinho, Vou ter o Dr Cristiano Rudge aqui comigo também.
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Desconhecido
Salve, salve família, Vida! Vendo o Projeto 800 no ar hoje, o nosso projeto 800 Episódio 960 960. Eu só aqui para vocês vamos falar sobre gastroenterologia moderna misturado com Ayurveda, novidades, enfim, uma lista de coisas pra perguntar aqui para o Chris ou botar o Chris pra dentro também. Seja muito bem vindo ao projeto 800 lugares, Se você puder, já começa meio que se apresenta pra galera que de repente está morando numa caverna e não conhece o trabalho que vai pacas.
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Desconhecido
Assim você faz uns reviews, estudos científicos, eu me amarro muito no que você faz, mas enfim, se apresenta para as pessoas que eu tenho 1 milhão de perguntas pra te fazer. A gente tem um tempo limitado hoje. Salve meu amigo, Muito obrigado pelo convite, gentil e obrigado por ter colocado uma foto quando eu era um jovem cheio de sonhos e esperanças e agora eu já estou mais feliz.
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Desconhecido
Meu, você está maravilhoso, continue igualzinho. Adorei Matheus, É um prazer estar aqui contigo. Bom dia família! Obrigado pelo convite de vocês e o Cristiano Rudd que sou médico legista, Eu tenho especialização também em Nutrologia. Trabalhei muitos anos com nutrologia a pacientes internados fazendo dieta por meio de ataques contra a dieta alimentação artificial. A gente. E hoje em dia eu me dedico a trabalhar na minha prática clínica com uma gastroenterologia com uma visão ampliada e.
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Desconhecido
Ou seja, bebi da fonte de Matheus Macedo, de Laura Pires, de Mary Spark, de indicar posse média e peguei elementos da bio perda para colocar na minha prática. Fiz uma formação em auriculoterapia para estímulo de nervo vago. A gente sabe da importância dele e depois dançando por aí para realmente sair da caixinha da gastroenterologia, não sai da caixinha.
00:02:19:15 - 00:02:46:11
Desconhecido
Mas entre a minha caixinha de ferramentas, ter mais recursos para atender realmente as pessoas, já que eu gosto de numerologia, realmente é uma especialidade que permeia todas as outras especialidades. Não digo nem médicos, mas na área da saúde de uma maneira geral, por em algum momento pode passar por alguma desordem gastrintestinal que seja uma indigestão por comer alguma coisa inadequada e seja por uma infecção gastro.
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Desconhecido
Assim, eu vejo uma uma evolução no campo da gastro nesses últimos talvez uma década, duas décadas muito brutal. Assim, tipo, parece que antigamente você pegava manuais mais antigos de fisiologia e chegar a gastro, e tipo assim, é um tubo, tem uns ácidos ali, tem um suco pancreático e é uma parada meio água, esgoto, sabe? Tipo, são tubos. E aí a gente veio do tipo assim mapeamos o genoma humano.
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Desconhecido
Aí começou se a falar de microbiota. Aí o negócio começou e o caldo começou a engrossar. Aí as pessoas começaram Calma aí que é o segundo cérebro, não é o segundo, não é o primeiro. Eu até botei o título dessa palavra aqui, bem provocador assim será que o intestino é mais importante do que o cérebro? A gente pode chamar um neuro aqui para ver o que acontece, Mas eu queria te perguntar Cris, assim tipo, fala um pouquinho sobre esse desenvolvimento, porque para o leigo, talvez até dar uma pincelada o que é?
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Desconhecido
Qual é o campo de estudo? Qual o recorte da gastroenterologia? No final das contas, é, está mudando mesmo essa minha impressão. Lá ela é verdadeira ou tipo, sei lá, tô viajando na maionese, Não, Perfeito. Só o que eu acho interessante nessa análise, porque a Gastrenterologia ela era ela era uma especialidade que tratava doenças gastrenterologia e ela deixou de ser uma especialidade.
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Desconhecido
A gastro em teologia em si. Eu não digo a prática dos gastroenterologista é um processo, isso é processual. E eu vejo que na Gastrenterologia cada vez mais existe esse movimento. E começou na nutrição, na naturopatia, nas pessoas, com as práticas do próprio Ayurveda, da medicina chinesa que vieram trazendo esses elementos. E aí é assim os pactos. Eles são teimosos, não tem como você lutar contra os fatos.
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Desconhecido
O que começou a se entender é que a gastroenterologia ela precisa e ela é muito mais do que o estudo de doenças gastroenterologista. É sim uma excelente oportunidade para você estudar um sistema que é responsável pelo processo de digestão, metabolização ou absorção e que, em última análise, se associa a diversas desordens sistêmicas. A partir do momento que colocou o seu intestino na mesa para a discussão, colocou se na pauta.
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Desconhecido
O intestino começou a entender que ele é um órgão, que é um órgão regulador. Então a partir do momento que você tem uma especialidade na mão, em que você tem a oportunidade de estudar todas essas vias metabólicas que, em última análise, vão fazer com que uma pessoa tenha mais ou menos saúde. Começou se a entender que era muito reducionista você estudar apenas as doenças, gastrite, a lógica.
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Desconhecido
Eu costumo usar uma analogia que é o seguinte Mateus, se o cara tem uma casa que é invadida e a pessoa além de roubar aquela casa de praia, daquela casa, quando você olha o problema era um problema na fechadura. E aí você vai ter um espaço entre o problema e a fechadura. Não. A fechadura pode ter rateada em algum momento e permitindo com que o caro malfeitor tenha entrado e tenha depredado e destruído a casa.
00:05:53:26 - 00:06:20:08
Desconhecido
O problema é o feitor, o cara entrar na casa, quebrar a casa, roubar a casa mais a fechadura para uma facilitadora. Então, muitas vezes as pessoas me perguntam assim e se eu já encontro operação nesse intestino, se ele é um intestino que ele é pouco, se eu tenho indícios por estar que me mostram que aquele intestino, ele é um intestino menos seletivo acerca daquilo que pode e aquilo que não pode ser absorvido.
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Desconhecido
Ou se eu, de cara já tenho um diagnóstico de alguma operação que eu sei que pode ter iniciado no intestino, eu preciso tratar o intestino, preciso garantir que aquela fechadura não volte a falhar. Eu tenho que. Eu tenho que ter uma visão preventiva. Já ter visto. Seguinte, colegas dois então também acham. Eu fiz um exame específico lá de fezes que a gente usa, em que faz uma análise de ar de marcadores que a gente identifica.
00:06:45:24 - 00:07:03:15
Desconhecido
Se o intestino é um intestino hiper permeável, então. Ou seja, usando a analogia do atorzinho de café, se você tem um coador de café que é todo furado, vai passar café e vai passar pó de café. A mesma coisa no intestino. Se você tem o intestino hiper permeável, você vai deixar passar coisas que tem que passar e coisas que não tem que passar.
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Desconhecido
Isso vai gerar uma resposta local e que pode se associar. Em ultima análise, é uma resposta sistêmica ao desenvolvimento de problemas. Então a pessoa me perguntou assim eu identifiquei esse resultado de usando uma alteração. Mas sabe como é que a gente encontra a atenção de trata pessoas? Eu falei sim, mas aí você tem uma janela de oportunidade excelente para você já intervir.
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Desconhecido
Entendi que isso lá na frente venha a se tornar um problema. É mais ou menos como uma pessoa que dorme mal, como você sempre fala dos pilares, uma pessoa que dorme mal todos os dias, mas ela tem prejuízo na performance dela, mas alterar você vai esperar aquilo ali se desenvolver. Você já vai fazer uma intervenção agora. Então a mesma coisa na Gastroenterologia ela deixou de ser uma especialidade reativa para ser uma especialidade ativa.
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Desconhecido
Eu acho que o Matheus também falou que a internet dele não estava boa.
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Desconhecido
Saiu aí, pessoal. Eu vou esperar um pouquinho. Se o Matheus não voltar, eu vou sair. E aí espera ele abrir de novo, me chamar. Beleza.
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Desconhecido
Foi. Ele voltou. Aí você voltou o Cris. Se eu cair, você pode continuar que a Live é sua, porque a minha conexão aqui em Lisboa tá uma porcaria. Hoje. Então, mas aguenta um pai, por favor. Não, eu caio, não. Caio. Extreme Hack continua te dando o espaço, então fica a vontade. Eu peguei até você falar do filtro de café, do texto, da permeabilidade intestinal, mas eu acho que assim tu beleza, não é isso Aí eu finalizei dizendo que a gastroenterologia deixou de ser uma especialidade dativa para ser uma especialidade ativa.
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Desconhecido
E eu acho que esse é o lance. Então você deixa de quando você enxerga, por exemplo, que determinados problemas você consegue. A nossa amiga Alessandra Mascote, que fala isso, por exemplo, acerca do Alzheimer. O Alzheimer é uma condição que você tem uma manifestação pré clínica que antecede em 30 anos. Então quer dizer, você não vai fazer uma intervenção sabendo que você pode mudar coisas.
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Desconhecido
Aí a pessoa dorme mal, come mal, não se movimenta. Enquanto você estiver funcionando, está tudo certo. Daqui a 30 anos a gente vê o que a gente faz, Não a mesma coisa. Quando você tem um diagnóstico já de uma condição que mostre a fechadura, ou seja, o intestino não tá legal, você não vai esperar aquilo ali se desenvolver, você já vai intervir para que aquilo não se torne um problema, seja no próprio intestino, ou seja, um dano na porta, que aí seria a fechadura danificada.
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Desconhecido
Vai levar um problema na porta. Seja um problema sistêmico, porque o bandido entrar, quebrar, destruir, roubar.
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Desconhecido
Cara, é assim, quando você olha para essas doenças todas na. E eu acho que o gastro pega da boca o finalzinho então de gastrite, refluxo, até sebo, crayons e reto colite ulcerativa são processos bem diferentes, aparentemente, pelo menos bem diferentes. Eu queria te perguntar assim de forma geral, se tem uma visão melhor da onde vêm esses problemas. Quer dizer, o Matheus é 90% genético ou é não mora em São Paulo?
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Desconhecido
Tem. Não sei o que mora em Salvador, Tem não sei que lá. É um mistério da medicina. Tudo é patogênico, é a comida. Quer dizer, a gente tem uma noção de daonde essas coisas vem, quais são os fatores que predispõem e se você puder, se for possível, faz um tipo de tantos por cento tal coisa. É mais isso, menos aquilo.
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Desconhecido
Para dar uma ideia para as pessoas como é que a gente pode começar a ganhar um pouco de gestão sobre isso tudo? Sabe? Assim, é muito difícil te dar esse valor como percentual. Eu desconheço se existe um trabalho científico que coloque esse valor percentual do peso de cada coisa. O que é interessante é que cada vez mais se reconhece Alex Fasano, que é um professor italiano que mora nos Estados Unidos, que foi uma das primeiras pessoas a falar e sobre esse conceito do intestino hiper permeável para a galera que tá mais assim dentro aí das redes sociais, vendo essas coisas relativas à saúde digestório, também chamado litigantes, que é basicamente de fala, é um intestino
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Desconhecido
que é pouco seletivo acerca daquilo pode e aquilo que não pode entrar. Então o sistema acaba absorvendo muito mais coisa e a partir daí, a analogia da fechadura quebrada você permite com que tenha entrada de subprodutos bacterianos, resíduos poluentes ambientais, metais pesados, pois podem funcionar como gatilho para o desenvolvimento de desordens. E o Aléssio? Ele tem um trabalho bem interessante de 2020, em que ele fala o seguinte.
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Desconhecido
É a combinação microbiota, predisposição genética e aumento de permeabilidade intestinal. É a tempestade perfeita para o desenvolvimento de uma série de desordens não apenas gastrointestinais, mas também sistêmicas. Então, assim, a gente fala cada vez mais acerca de genética e epigenética. Então, por exemplo, você tem alguma influências na gastrenterologia que elas têm? O que a gente chama? Uma alta penetrante, a genética.
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Desconhecido
Ou seja, a partir do momento que você tem aquela predisposição, você tem aquele marcador do gene. É virtualmente, digamos assim. É muito complicado em medicina, na medicina, no amor nem nunca, nem sempre. Mas assim é virtualmente uma militância de 100% de chance de você desenvolver aquele problema. Exemplo Oi, pode haver uma tosa familiar? É um problema que a pessoa tem uma altíssima chance de até os 20 anos de idade desenvolver um câncer de intestino, porque além de não ser genética, é muito alta e se a pessoa tem aquela mutação genética, aquilo vai acontecer.
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Desconhecido
Então quase 100% das pessoas antes dos 30 anos já tiravam o colo do útero, já tiravam intestino inteiro, Mas é uma condição rara, muito rara. Então assim você tem que essas mutações genéticas que penetram se a 100% em genética já representa 100%, são poucas na gastrite hoje de pé. Na verdade eu só consigo lembrar. Pensar assim na pele pode não uma torna familiar como a mais marcante.
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Desconhecido
Todas as outras. Elas são uma combinação de uma predisposição genética. E eu digo, por exemplo, na história do Cipo, do super crescimento, ou seja, da hiper proliferação bacteriana No intestino delgado a gente tem bactéria da boca ao ânus e passando pelos olhos, pelo nariz, pelo útero, enfim, mais o excesso de microorganismos ou o desequilíbrio desses microorganismos onde eles não deveriam existir.
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Desconhecido
Isso fomenta, possibilita o desenvolvimento de desordens, porque a microbiota é viva. Você coloca microorganismos num leite. Daqui alguns dias você vai ter iogurte. Se você coloca uma microbiota meio poluída no mar de um ovo, aquilo ali vai apodrecer. Isso não é por geração espontânea. Existe ali um crescimento, uma proliferação de bactérias, até o nosso limãozinho, que vai ficar lá na fruteira esquecida, vai dar um docinho depois de alguns dias.
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Desconhecido
Não apenas nos alimentos de origem animal, mas também de origem vegetal. Mas o fato é essa microbiota. Ela não é inerte, ela produz substâncias, ela tem ação no nosso sistema e ela também tem ação no meio ambiente. Então esse peixe por soma ao qual nós somos expostos. E eu lembro do workshop que eu fui contigo, Paula, em 2009, foi pré pandemia aqui em São Paulo e eu lembro que você falou um negócio que eu reproduzi em casa e a parte eu e a mulher, ela falou assim ah, eu sempre lembro disso, O Mateus falou que eu lembro você na aula, você falou uma coisa muito marcante que você disse São Paulo era uma cidade muito
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Desconhecido
competitiva e isso meio que ficou. Então interessante observar como, por exemplo, a gente vê que determinadas condições de saúde, dentre essas condições gastro ecológicas, elas têm uma manifestação completamente diferente. Se a pessoa está num ambiente rural ou no ambiente urbano, porque o leite ou toma, ou seja, aquilo ali, o que a pessoa está hoje exposta vai fazer com que aquela expressão genética aconteça com mais ou menos facilidade.
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Desconhecido
Então, a grande verdade é cada vez mais a gente fala desses fatores que são chamados epigenéticos. São aqueles reguladores da genética. Exemplo eu tenho o metro 90, eu tenho condição de jogar vôlei no time de várzea daqui do bairro, mas se eu não tenho treinamento nenhum, se eu ganho um mega peso, eu arrumo uma lesão no meu joelho.
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Desconhecido
Eu peguei aquela minha genética e modifiquei para que ela não consiga ser expressa na sua potencialidade, ou seja, os fatores epigenéticos que aconteceram na minha vida impediram com que a minha genética fosse expressa e eu jogasse vôlei com a turma. Então. Mas acho que metrologia a gente vê isso, apesar da gente não ter esse valor percentual, o quanto por cento participa.
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Desconhecido
O que a gente sabe é que não é a maioria das coisas. A gente tem uma regrinha que diz assim genética 30% e o restante 70%. E acaba valendo isso para a maioria das coisas, dentre elas para gastroenterologia. Eu já fiz uma live com o Louco uma vez e ele estava me falando isso sobre ecologia também, que foi há muitos anos.
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Desconhecido
Foi bem chocante porque ele falava Matheus, olha, oncologia é 20, 30% do grau geral assim e 20% genética. O resto é epigenética. Tipo, você tem muito mais gestão e controle do que as pessoas entendem. Assim, eu acho que historicamente tem um um peso importante. Assim, na década de 90, quando a gente teve aquele impulso, aquele empurrão do Projeto Genoma, existia uma crença na comunidade médica que a gente mapeando o genoma, a gente ia resolver todos os problemas e existia uma esperança assim, do tipo assim, quando a gente pegar o DNA humano, entender de cabo a rabo, acabou.
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Desconhecido
Não vai ter mais nada, porque tudo genético. E aí é nóis no projeto. Terminamos o mapeamento e eles começaram a falar como é que tem bactéria Em outros lugar, tem fungo parasita, tem uma porrada de outras coisas que a gente vai ter que interferir. E aí começou a virar esse caldo, que eu acho que é desde dos anos 2000.
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Desconhecido
A gente tá aí já uns 25 anos, acho que bem firme olhando para isso. Inclusive, quero saber como é que está a sua percepção em relação a isso, que eu sou consultor numa empresa aqui na Europa também, que trabalha com medicina mais moderna, digamos assim. A gente faz integrativa, mas a gente usa muito esses testes na Neide e enfim, em testes de detecção de microbioma e testes de epigenética que eles tentam fazer os cálculos em cálculos diferentes, com bases diferentes para determinar o envelhecimento da pessoa e tudo mais.
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Desconhecido
Mas existe um questionamento muito grande, interno nosso dentro da empresa, no ovo, na galera da medicina e sobre a utilidade desses dados. São coisas que estão surgindo há muito pouco tempo e tem uma galera na internet e grandes gurus hoje que faz um mini estudo de qualquer coisa. A pessoa já fala se tem essa bactéria significa não sei ir lá, então tem umas extrapola ações que a gente vê com bastante.
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Desconhecido
Eu vejo com bastante cuidado e ceticismo. Então eu queria que você, que para mim é um pô, uma grande referência na área, Como é que sair da crise hoje em dia, com tipo assim, teste de microbioma que hoje em dia já está mais acessível, as pessoas estão fazendo e ela pensa pô, tem um sebo, tem dizendo me deixou irritável.
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Desconhecido
Se eu fizer um teste do microbioma, vai sair lá um mapa da minha situação e aí eu resolvo essa parada e só aí eu mudo o que eu tenho Comer uma brócolis ou parar de comer cebola. E eu resolvi o problema. Fala um pouquinho desses testes de microbioma e a utilidade clínica deles na tua visão. Hoje em dia o aborto seria fácil se fosse assim, tipo a microbiota da magra.
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Desconhecido
Se você tiver essa bactéria, você fica bárbara, excluído e dá até vergonha. É um pouco assim, eu sinto, na verdade, não sei. Se tiver mais atento. Dr. Sem preguiça. Hoje em dia eu acho que mais preguiça, porque eu já sou mais eu contigo. A idade, a idade vai deixando a gente um pouco mais tipo bom, deixa eles falarem os nomes que toca.
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Desconhecido
Então. Exatamente, deixa eu tomar aqui um chá ou respirar que vai passar e assim, olha só, eu acabo sendo dentro de meus pares. Dentre os meus pares eu não tenho o menor assim melindre de dizer dizer o seguinte Olha os testes de microbiota, eu acho que eles funcionam para validação científica. É interessante você pegar, por exemplo, uma assim Eu gosto da comida de filme para grupo dos anos 80.
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Desconhecido
Quem for 40 mais vai lembrar. Os deuses devem estar loucos. Se lembre desse filme. O triste porque foi bom, você está para você está voltando no túnel do tempo de uma maneira que eu acho perigosa, que é a gente fazer que daqui a pouco a gente vai estar em uma aeróbica. Xou da Xuxa ótima fonte. Cuidado, Tirem as garrafas da fala, tirem as garrafas ou fala porque a galera da década de 90 também viu uma garrafa no meio da sala.
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Desconhecido
Ferrou! Então.
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Desconhecido
Entrou você. Olha só, você, carioca, entendeu? A gente está. Eu estou um pouco mais velho que você, mas está na mesma faixa etária, mais ou menos. Aí, tipo, não tem jeito, né? Tipo heranças atávicas. Não me dei conta. Tempo Mas aí o que acontece desse grupo, gente, era uma coisa assim. Para quem me conhece dos deuses, devem estar loucos do cara que no meio assim sei lá, da savana africana a um aviãozinho passando e um cara joga uma garrafa de um refrigerante.
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Desconhecido
A gente não vai fazer propaganda, mas um refrigerante muito famoso, já que a garrafa era transparente. E aí a tribo africana. Lá, o cara pega a garrafa e a gente começa a ter o que queria. A gente começa a venerar a garrafa. Eles acham que é um presente dos deuses, enfim. E aí eu dei de volta uma comédia.
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Desconhecido
Então, o que esses exames fazem? Os exames de microbiota, esperma é o seguinte, olha só, eu tenho aqui a pessoa tem um óculos, tem uma tampa e tem um grampeador. Tá, isso aqui na microbiota dela é o que o exame ele reconhece, ele reconhece só grampeador. Então ele vai dizer o seguinte a pessoa vai ter óculos, mas ele não vai reconhecer a pessoa tem tampa, mas ele não vai reconhecer.
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Desconhecido
Ou seja, o exame ele tem o que ele chama uma biblioteca, que eles conseguem parear com o resultado da pessoa. Então, se a pessoa tem aquilo, não significa que ela não tenha outras coisas. Então esse é o primeiro dado. Os exames, apesar deles cada vez mais estarem melhores, de melhor qualidade, é impossível ele rastrear o material genético, a presença de todos os microrganismos que a gente tem.
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Desconhecido
Primeiro porque isso ia ser um custo assim, um trabalho muito caro, porque é pesquisa genética, isso é caro. E depois que não existe o material genético de todas as bactérias reconhecidas, de todos os microrganismos reconhecidos, então a grande verdade é que o cara, ele parte disso, que a gente chama uma Plínio Library, ou seja, uma biblioteca que ele já tem e ele vai variar a quantidade que a pessoa tem.
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Desconhecido
Se a pessoa tiver beleza, se a pessoa não tiver, não significa que aquilo não exista. Significa apenas coisa que não reconheceu. E outra coisa que eu costumo usar de referência para o paciente é o seguinte imagina que a pessoa chega num teatro e aí tem um palco montado, um cenário montado, todos os atores estão em pé, estão parado e aí você fica sentado, olhando aquelas pessoas e você sai daquele teatro Da mesma forma.
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Desconhecido
Você não sabe se aquelas pessoas cantavam, aquelas pessoas dançavam, se aquelas pessoas interpretavam bem ou não e como é que era a voz daqueles atores. Então você pode imaginar na tua cabeça, mas você não consegue ver exatamente a ação deles. A mesma coisa com a microbiota. Você identificar a microbiota que está no material fecal não significa que aquela informação te dá a informação de que aquela microbiota está fazendo naquele sistema.
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Desconhecido
Então, o exame puro e simples da microbiota, sem a análise de como está reagindo o sistema, a presença daquele micróbio, amigos, é muito falho. Então, para a pesquisa é interessante você observar assim Olha, nós temos aqui uma população estudada de 1250 pessoas, portador de hipertensão arterial, diabetes, esclerose múltipla. Observou se que a população de microbiota desses indivíduos tinha um predomínio da bactéria, tal, tal e tal, quando foi comparado com as pessoas que tinham hipertensão e diabete.
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Desconhecido
O microrganismo alvo estava lá então, e era altamente prevalente nas pessoas portadoras de esclerose múltipla. Ou seja, isso como uma informação científica é um dado interessante, porque você começa a ter uma informação opa, então pode ser que essa bactéria tenha algum impacto. Vamos estudar, porque quando a gente olha estas bactérias ao. Todo mundo tem monólogo, tem outros trilhões de microorganismos ali com os quais elas interagem.
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Desconhecido
Então, por exemplo, alguns anos atrás teve um estudo que mostrou que existia um aumento de uma bactéria, que é uma bactéria desejável e, a princípio, uma bactéria boa para o nosso sistema chamada Ackerman. Se a UCI nível A e essa bactéria, ela responde muito, por exemplo, a frutas vermelhas, então a pessoa que consome mais os polifenóis ali presente nos frutos vermelhos altos aludidos, tem uma tendência a ter uma maior quantidade dessa bactéria.
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Desconhecido
O que se observou que os pacientes portadores de esclerose múltipla têm uma quantidade maior de Ackermann de nos seus sistemas. Aí começaram a pensar Poxa, será que aqui ter moça então não é tão boa assim? Só que o que atualmente está lá, quatro anos depois do trabalho, acho que de 2028, 2028, 2021, o que começou a ser entender?
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Desconhecido
Não, provavelmente, que a massa amostra pelo valor não aumentada associada na causalidade da condição, mas sim como uma forma de compensar um crescimento de algum outro microrganismo ali presente, que possivelmente está mais associado na causalidade. Então é muito louco. Então, essa de Bernardes eu falo assim cara, a pessoa que acha que vai dar um pouco de probióticos vai lá naquelas prateleiras americanas, 150 bilhões por dia, probióticos e você base aquilo lá é 1000.
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Desconhecido
Você brincar de Deus nessa, Porque assim a microbiota você tem as ferramentas e as condições para eles conseguirem se organizar. Pensa em criança, brinca com carinho do outro, chuta a outra, se abraçam, se beijam, trocam comida, trocam lanche e vão embora para casa. Está resolvido. Se começa a ter muita intervenção de adulto, a criança começa a pensar o seguinte algum fulaninho fez isso por que ele não gosta de mim?
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Desconhecido
Eles começam a criar uma mal, uma malícia assim, que é muito do adulto, da criança, ela começa a desenvolver de repente uma repulsa ao amiguinho que não teria se eles mesmos se resolvessem entre eles. Quando a gente fala da microbiota, é a mesma coisa. Se você começa a intervir de mais a probiótico para isso, agora é probiótico para ficar na água.
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Desconhecido
Agora é probiótico para gripe. Agora o probiótico para ter longevidade. Você começa a brincar de Deus deixando dessa microbiota e eles estão lá interagindo com os nossos genes. Ele topa a interferência dos nossos genes. Eles sofrem interferência do que a gente come e de bio transformam aquilo que a gente come. Então, se você começa a achar que você vai meio modificar constantemente a microbiota e de todo dia seguinte ah, eu vou aqui fazer um transplante de fígado só por três dias e depois eu volto o meu fígado normal.
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Desconhecido
Isso tem. E isso assim é um órgão, é verdadeiramente um órgão, é uma visão. O que eu acho que ela é bem típica da nossa ação, da nossa cultura, dos últimos 100 anos, que é uma visão bem reducionista. Então deixa eu mexer em uma coisa só, esquecendo a com o contexto complexo. Então eu acho que uma coisa que fica que é interessante para os nossos alunos que estão ouvindo e alunos estão vindo aqui agora, isso sim, tomar muito cuidado com essa mentalidade reducionista que é a ideia do tipo ah, eu vou mexer só no coração e o resto tudo ceteris paribus, né?
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Desconhecido
Vai ficar tudo igual. Aí você mexe numa coisa e você muda o organismo inteiro. E como reposição hormonal você parte do princípio cara, mas a testosterona tá baixa, o método assusta. Olha, você esquece que aquilo ali é um caldo que está circulando no seu corpo e que por sistema de feedback, vai mexendo no bagulho inteiro. É assim uma coisa que eu acho interessante do que você mencionou, que para mim é um ponto de atenção.
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Desconhecido
Se fosse um livro, eu ia pedir para os alunos iluminarem essa confusão de causalidade com correlação, que é a ideia que assim é muito só um viés muito prevalente na nossa e nos estudos de ciência. Qualquer incentivo você tem que parar para pensar como é. Se são um estudo populacional, eles estão tendo o cuidado devido para a gente não bagunçar aqui A correlação de causalidade quer dizer, todos os médicos que estão aqui dando live com a gente estão de camiseta.
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Desconhecido
Então todos os médicos usam camiseta também. Como é Porque duas pessoas usam camiseta e todo mundo usa camiseta. Então é muito complicado isso dentro da nossa malha, porque as ferramentas que a gente tem de análise, elas precisam particularizar e ver o efeito de uma bactéria e a relação dela com a esclerose múltipla. Ao mesmo tempo que isso faz um recorte.
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Desconhecido
Como você falou, a dor da peça de teatro que impede você de ter uma noção real do que a gente nem consegue ter esse nível de complexidade. Eu tava assistindo uma palestra a uns anos atrás dentro de um congresso de medicina exponencial lá na Califórnia, e eles estavam falando como assim? E a relação entre dois fármacos? Você tem o químico e o químico B.
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Desconhecido
E muitas vezes a gente tem a dificuldade como? Como comunidade científica, de apreciar. Porque quando você bota um químico, aí um químico B dentro do corpo, a interação deles pode gerar um químico, ser e agente não necessariamente tem bem mapeado todas as interações químicas entre todas as substâncias e o que elas geram, porque o ar e o B juntam e geram o ser só que o ser junta com o bem, gera o B e o C junta com o ar em O e e o F junta com o C.
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Desconhecido
Então significa o troço que. E aí eles estavam falando sobre o desenvolvimento de inteligência artificial, esse pré chat GPT, esse bom de inteligência, de trocar o mundo agora, de alienista e tal. E ele está bom. Estamos desenvolvendo inteligências artificiais focadas nos desdobramentos secundários da farmacologia. Quer dizer, quando você bota dois fármacos juntos, qual é o desdobramento bioquímico que ele pode ter, que é um negócio e a gente não sabe?
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Desconhecido
E hoje em dia? E aí não tem como. Em Itaboraí, você é médico, a gente pega um paciente, colhe farma e aí você fica maluco, fala assim cara, o cara me chegou tomando oito coisas diferentes. Eu não tenho nem como saber o que está acontecendo no corpo dele. A gente finge que sabe, né? H Você estuda e finge que sabe, mas na real, ninguém sabe.
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Desconhecido
Então agora eu pego esse raciocínio que eu coloco de forma colorida, que é muito mais simples. A microbiota é infinitamente mais complexa do que isso, porque a gente pega no exame de DNA, de microbiota e você muda a dieta do paciente durante uma semana, duas semanas, mas ele sai todo diferente. Ou a pessoa lá está mais calma. Ela meditou e vamos fazer diferente.
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Desconhecido
Ela faz mais atividade física usando flor diferente para o verão secos. Ela foi diferente. Aí a gente fica porra, como é que a gente vai confiar nessa parada de você? Então, é muito. Parece muito promissor. Parece ser um campo que daqui a pouco a gente vai fazer cocô numa privada e a privada vai te falar olha, eu tô achando a tal e tal, Tem uns desenvolvimentos assim na da própria privada já fazer uma leitura do microbioma da pessoa e tudo mais, informar.
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Desconhecido
Eu fico sempre um pouquinho ressabiado, porque eu eu sou o carinha doido do BD, então a gente gosta sempre quando as coisas levam 1000 anos três ponto Muito bom essas coisa de cinco anos, dez anos. As pessoas tem mania de me perguntar a do tipo o que você acha de ozonioterapia? Eu me pergunto chovem 150 anos porque o cara faz?
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Desconhecido
Eu preciso de um corpo de evidências um pouco mais longo. Eu estou acostumado com a evidência de 3000 anos e você? Eu não sei fazer esse negócio de Saiu um estudo anteontem e agora uma metanálise. Então eu Eu queria te ouvir falar um pouquinho, um pouquinho mais sobre essa complexidade do microbioma e a interação, porque como isso parece mudar do lugar onde a pessoa está e como a alimentação interfere, o estado emocional e tudo mais.
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Desconhecido
E eu queria, Eu queria que você falasse um pouquinho mais sobre, assim passos que a gente pode dar. Na prática. A gente tá com umas 400 pessoas aqui ao vivo e milhares de mudar isso aqui depois. Essas pessoas estão ouvindo agora, elas podem fazer alguma coisa, Tem alguma gestão que elas podem ter para assumir algum tipo de controle sobre isso tudo?
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Desconhecido
É tão complexo que é tipo assim Zeca Pagodinho sabe? Tipo, deixa o corpo levar onde quer, ele acha que dá tudo no mesmo. No final das contas, é tudo poeira estelar. É falou sobre o que a gente pode fazer a respeito disso. Cris É mais tudo isso tem a ver com inflamação, porque eu acho que nos últimos cinco anos o que eu tenho visto de live sobre inflamação inflamatório, desinflamar, diz, inflamação detox, desintoxicação, intoxicação, metais pesados.
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Desconhecido
Aí agora o negócio agora está todo mundo falando sobre desparasitação. Eu não sei se te irrita ou te deixa feliz, mas tudo agora, como é que diz parasita? Então, se você puder falar um pouquinho mais sobre essa complexidade e conecta isso, por favor com informação, desparasitar. São metais pesados que são umas modas, essas coisas são baboseiras, Elas são reais.
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Desconhecido
O que as pessoas podem fazer a respeito dessa confusão toda? Dr. Cristiano Rudiger Ele fala O que me fala é essa preguiça que a gente falou. Qual é o doente está gravado. O que é uma gravidez básica. Portanto, eu acho que é o capítulo que fica mais agravado. Então, agora olha que o meu filho acaba assim. Que patologia!
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Desconhecido
Ainda assim, as que eu acho que roubaram o meu na minha família eu entrei no quarto 25 vezes, entendeu? E aí me deu o tempo do cabide na hora de vestir e não, nada disso me dá, me dá raiva. Hoje em dia só me dá preguiça mesmo. Mas eu até falei no Congresso isso com a Sílvia Campos, que é uma nutri para o lado e que é uma parceira maravilhosa.
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Desconhecido
E a gente deu uma aula no Congresso de Nutrição Integral aqui no mês passado aqui sobre desparasitação e sobre além das. Para além das tendências e de olho nas evidências. Então ela toma. Que interessante e bom lá em relação à microbiota intestinal. Depois eu puxei esse lance falando para a pessoa ter uma sequência de raciocínio e o que a gente pode fazer pela microbiota, Os pilares.
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Desconhecido
Então assim eu brinco porque eu pintei uma vez o Ricardo, os médicos, e aí eu falo assim cara, é incrível como quando eu pego um artigo científico e leio e faço um paralelo com coisas que eu já tinha visto da limpeza só em organic friendly num posto de outro Ayurveda. Mas eu sou assim, volta e meia eu pego lá nas referências que eu tenho e aí ele me com um negócio que eu achei super interessante, que é o seguinte ele falou para ter uma coisa que o Ayurveda já falava e que não foi comprovado ainda porque não foi comprovado ainda mais será que eu parei o papo dessa sua premissa?
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Desconhecido
É uma questão de tempo, talvez mais uns 2000 anos a gente não veja por aqui mais isso aí, esse entendimento vem, mas o que acontece? Os pilares então. Assim, estudos que mostram, por exemplo, chineses, muçulmanos que fizeram o jejum pro Ramadão e que você faz um jejum num período numa determinada hora e você volta a se alimentar quando comparada à microbiota desses indivíduos antes do jejum do Ramadã e depois do jejum do Ramadã, isso já tinha mudado.
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Desconhecido
Então, inclusive, o que você não come impacta na tua microbiota intestinal. Então, assim é pensar que são as coisas básicas como você se movimenta, se o seu intestino funciona ou não. Exemplo várias vezes eu recebo pacientes assim que são constipados e essas pessoas me dizem Ah, eu queria fazer um exame da microbiota. Eu falei pra quê? Vai estar em desequilíbrio, Não precisa.
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Desconhecido
Primeiro a gente vai colocar o seu intestino pra funcionar e aí depois, se for o caso, a gente ver o que sobra. Este ano eu estou com distensão abdominal. Como é que a tua frequência evapora ao contrário uma vez ao dia? Pouquíssima quantidade. Enquanto você não evacuar direito, você vai ter esses sintomas também. Então é a gente começar pelo básico, o básico, bem feito.
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Desconhecido
Come direitinho. O pai da atividade física dorme bem, modula estresse. Impossível não ter estresse, principalmente numa cidade como São Paulo, Brasil. O planeta Terra dorme 24 Não tem como. É a Via Láctea do estressado. Então assim é que cuida das bases de cuidado, as bases das pessoas. Muitas vezes elas querem que. O que você acha do produto, tal?
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Desconhecido
Eu tomo um toque com o probiótico. Eu Eu tô indo para os Estados Unidos com o suplemento voltado para pais do básico e hoje em dia é complicado você falar isso, mas o básico que as pessoas acham que é muito pouco, mas as pessoas não estão fazendo mais por aí. Elas já querem ir para a pós graduação, sendo que elas nem saíram do prézinho, então assim ia fazer o básico.
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Desconhecido
A primeira coisa é o que é isso gente? Comer comida de verdade? O que é a comida de verdade? Comida boa? Mateus fala sempre Comida você compra na feira? Produtos de limpeza você compra no mercado. É bom assim? É isso e você é variado. É o prato, você come o arco íris, você muda as características, as cores dos alimentos.
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Desconhecido
Às vezes a pessoa com animais de alface e tomate não. Ok, Um repolho roxo, uma cebola roxa ou então uma beterraba coloca pigmento, você coloca pigmento, vê o pigmento amarelo, coloca pigmento em cada um desses pigmentos. Eles tem efeitos diferentes no nosso sistema e a ciência prova isso, né? Importantíssimo você pensar na sazonalidade. Se não é época na tua cidade de morango, não vai comprar morango, aquele morango não vai estar fresco, ele vai estar lotado de agrotóxicos.
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Desconhecido
Opte por orgânicos sempre que possível e de preferência aquilo ali que tem a ver com a tua adequação. Ou seja, as pessoas falam ah, eu como superbom, mas eu tenho distensão abdominal, tenho gases e blá blá blá. Você pode estar comendo saudável, mas você pode estar comendo inadequado para aquilo que você precisa. Então você adequar é você fazer uma coisa desnatado, é você fazer a atual observação Acorda, abre os olhos, Como é que eu estou me sentindo?
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Desconhecido
E o que a gente faz na ciência moderna? Faz um diário alimentar Como eu me senti hoje e o que eu comi e blá blá blá. O dia seguinte me senti melhor que eu comi. Então isso é o básico. O meu barco é atividade física, é fundamental. Então assim não você fazer uma atividade física extenuante, porque isso pode ser um fator também que aumente a permeabilidade do intestino.
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Desconhecido
Então, para você fazer uma atividade extenuante, você tem que estar muito bem acompanhado por um nutricionista, um médico de esporte que garanta que você tem uma minimização daqueles impactos. Então, o seguinte o atleta é um cara que acaba tendo algum tipo dele ali, entre aspas. Eu, como atleta mais ou menos até os 30 anos de idade, porque o atleta, ele está preocupado com o resultado, com a performance, Ele não está preocupado com saúde, não é o foco de pé.
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Desconhecido
Então a pessoa se arrebenta. Tem 25 anos, fez cinco cirurgias no joelho, oito na cervical, dez no pulmão. Então você pensa o cara, o atleta não é um cara necessariamente saudável, ele não é a referência do que é saudável, é o cara que ele está ali para performance. Então a atividade física não necessariamente extenuante, parte da física. Movimentar o corpo que você consiga fazer uma conversar com uma pessoa, mas que você se sinta levemente cansado, digamos assim, enquanto você está fazendo aquilo.
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Desconhecido
Se corpaço demais tá muito a sua atividade, mas começa por algum lugar da mente que um bom de manejo do estresse são pontos importantíssimos. Como isso se cruza com a inflamação? Inflamação é um fenômeno que a gente tem diariamente no nosso corpo e a inflamação? Ela é desejável, o que não é desejável você ter uma inflamação descontrolada. Então, como a microbiota se cruza com esse fenômeno da inflamação?
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Desconhecido
Pensa no seguinte Eu costumo usar esse exemplo para os pacientes. Se você tem uma praça bonita, florida, arborizada, um Hoje você já imagina aquela coisa assim Caramba, que delícia de um pedacinho do céu! Você vai lá, vai ter família, vai ter cachorro, vai ter criança, vai ter casais, vai ter gente. Aí, Se você pensa num lugar onde o mundo cheio de lixo, o que você pensa?
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Desconhecido
Como é que vai ter animais peçonhentos? Não, você não vai ter um ambiente corporativo para você fazer uma prática de atividade física e você não vai ter um ambiente legal para uma frequência boa. Então, o que acontece? A frequência daquele local vai ser uma frequência boa, Você vai ter ali animais peçonhentos, você vai ter rato, você vai ter um ambiente sujo, as pessoas por passarem por ali, muitas delas vão pegar, já está sujo mesmo, Joga lá mais sujeira.
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Desconhecido
Então. Quer dizer, aquele ambiente constantemente vai ser sustentado como um ambiente inadequado. Se você olha o local todo bonitinho, arrumadinho, no lugar, que está tão bonitinho esse local, naturalmente você vai pegar uma folha. Vai que o meu lixo ou vou botar aquela lixeira ou vou conservar. Olha que bacana! Gostoso vir aqui. Então, é um local que ele passa a ser frequentado por pessoas que querem manter aquele local.
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Desconhecido
O legal é mostrar isso na microbiota da microbiota. Ela está num ambiente horroroso, ela vai pagar caro. Eu não sou obrigado a ficar aqui. É realmente o que vai começar a aumentar a quantidade de animais peçonhentos rato, escorpião, aranha, mais sujeira, mais lixo, mais gente jogando porcaria, mais gente jogando o dejeto. O que vai acontecer com aquele local?
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Desconhecido
Ele vai manter se dessa forma? Isso vai se perpetuar. O que a literatura científica mostra para a gente é um ambiente instável, principalmente um ambiente intestinal instável. Ele gera uma microbiota instável e uma microbiota instável. O cheiro bom, ambiente instável, ou seja, não é um círculo virtuoso, é um círculo vicioso. E quando você tem uma microbiota bonitinha, na verdade você tem um ambiente bonitinho.
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Desconhecido
Naturalmente, aquela microbiota que vai se sentir confortável ali vai ser aquela microbiota da porteira, não vai ser um rato, vai que a borboleta vai ser de manhã. Então essa galera, eles vão conservar, vão polinizar, vai ter mais cordinha e a árvore vai ser frutífera. Então, naturalmente, aquele ambiente vai se perpetuar. Dessa forma, você vai atrair uma microbiota que goste daquele ambiente, não a microbiota da porteira.
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Desconhecido
Então, assim, um ambiente estável cultiva uma microbiota estável e você tem tudo a ver com esse processo inflamatório. Fica preocupado porque eu acho que a gente tem que tomar cuidado. Então, seguinte batalha muito pela anti inflamação. Você está inflamado sim, todos os dias. Agora, enquanto eu estou falando com você, eu estou inflamado em algum lugar no meu corpo, em algum lugar eu estou desinformando.
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Desconhecido
Então esse processo de inflamação é antes inflamação. É uma linha muito tênue. Por exemplo, quando você olha no tratamento de câncer, há uma pessoa que está fazendo uma quimioterapia. Se você usa uma substância antioxidante, tipo a corpo humano, você pode atrapalhar a resposta. O quimioterapia, porque você está bloqueando aquela inflamação desejável que vai destruir. Está louco? Então, ao mesmo tempo, você pegar a vitamina C também é maravilhoso.
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Desconhecido
Matheus eu tomar a vitamina C, Eu não vou ter gripe nunca. Sim, mas o problema é que se você pensar em determinadas desordens nas quais é importante que você tem aquele processo inflamatório num primeiro momento, se você bloqueia aquele processo de inflamação, você perpetua então de formação, porque você impede a adequada ação daquelas vias inflamatórias quando elas deveriam acontecer.
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Desconhecido
Então, apesar de ter muita gente que vai para a porta quando a gente fala de modulação, estou mentindo para você mudar o modelo de normalidade? Nem de mais nem de menos. E que aquilo ali fique normal e dentro daquilo a gente vai ter as oscilações ao longo do dia, ao longo dos meses, ao longo dos anos, ao longo da vida.
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Desconhecido
Então a vida, ela tem que ser modulada. Mudou a vida. Eu tenho preguiça, mas não posso ter tanta raiva. Vanessa De tanta gente que gostava, não senti tanto, senti disposição menos senti tanto aquela pessoa muito. É médico de bula, Aí é um pouquinho, a pessoa está sempre não mudou um pouquinho, sabe? Vai doente, ele mais se adapta. Você é capaz de se adaptar.
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Desconhecido
Acho que é o mais importante. Então, a microbiota tem a ver com a informação, no sentido de que ela torna o nosso ambiente de tempo mais ou menos instável e, naturalmente, a gente ou não, para o ambiente favorável para a nossa microbiota é desejável. Então, se você o teu hábito é o sedentarismo, se o seu hábito é dormir mal, o seu hábito é de se alimentar mal, você está colaborando para sua pracinha ficar suja, imunda, com animal peçonhento.
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Desconhecido
Se você come direitinho, você faz atividade física. Se você faz um detox mental espiritual automático, eventualmente médico, tira tranqueira do teu pensamento. Se você cultiva coisas boas na tua vida sob todos os aspectos, você cria o ambiente bonitinho para você, toma praça legal. Isso não significa que não vai aparecer um escorpião ali, Mas o que acontece? As pessoas vão olhar o escorpião, vão ligar, sei lá, para parques e jardins lá no Rio, não.
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Desconhecido
Aqui em São Paulo não lembro qual nome, mas a galera vai ligar. Vão falar que detectado o animal peçonhento. E aí galera, Vai dar um jeito, Vai botar a galinha ali para controlar aquele animal peçonhento. Isso mesmo, tipo assim Olha, eu estou precisando aqui agora, Nesse momento eu estou passando uma vitamina C, você toma vitamina C, Pronto, você resolveu aquela situação.
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Desconhecido
Eu preciso aqui aumentar o meu aporte de fibra, Você aumentou o teu aporte? Isso é a mesma coisa na pracinha, o ambiente vai estar ligado para detectar aquilo ali que está saindo da normalidade que pode prejudicar aquele espaço. A mesma coisa com a gente. Não sei se eu te respondi. Dê uma volta. Fui na pracinha, você deu uma volta maravilhosa, respondeu quase tudo.
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Desconhecido
Mas eu acho que assim eu vou te mandar um whats para a gente marcar living. Eu só de desparasitação. Eu acho que esse assunto é culpa parasita. Olha só, fala o que parasita, mas que tem um minuto crítico que eu quero respeitar o teu tempo. E eu ainda tenho uma pergunta para te fazendo se a gente terminar de ver beleza.
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Desconhecido
E eu acho um tédio 01h00 que o que a galera fala muito de parasita eu vou falar agora que o Matheus travou mais ou. Tem outra coisa que a gente fala de parasita, gente que a literatura mostra pra gente é o seguinte existe uma coisa chamada comunhão estarismo crônico, assintomático, e existe aquele padrão inflamatório provocado por um parasita.
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Desconhecido
É impossível para minha mãe, nutricionista nos anos 80, Minha mãe é muito pioneira. Eu sempre falo da minha mãe porque ela era muito pioneira. Meu ela já fazia nutrição funcional quando nem sabia que só existia. Minha mãe já falava Não é tratar como ela me odeia porque tem uma puta toxina, não come comida crua na rua porque não vai estar limpa adequadamente hoje em dia.
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Desconhecido
Hoje não vai ter carne, hoje é soja, tem que comer sardinha porque tem ômega três. Era umas coisas assim muito e para frentex. Minha mãe isso eu tinha cinco, seis anos, não sabia o que era protocolo, tudo bem, e aí o que acontece é o parasita, ele é a nossa microbiota. A gente tem uma coisa chamada parasita, toma o que a gente não pode ter e o parasita que ele tem aquele padrão invasivo, mas eventualmente você vai ter um contato com o parasita, ele vai modular o teu sistema, aí ele vai treinar o teu sistema imune, vai deixar o teu sistema imune esperto e vai embora.
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Desconhecido
As pessoas tem essa mania de ficar fazendo desparasitação frequentemente. O que a literatura mostra pra gente? Parasitas eles são inclusive importante Quando a gente tem um digeriu de determinadas formas metabólicas, fazendo com que exista uma menor expressão de condições que seriam fatores de risco para o desenvolvimento, por exemplo, de auto imunidade. Então ficou se muito preocupado nessa sociedade científica, ficou muito preocupado.
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Desconhecido
Na época da pandemia, as crianças não estavam se se expondo a vitamina S de sujeira, então eram crianças que começaram a ter mais risco de desenvolvimento daqui a alguns anos. Isso a gente não vai saber daqui alguns anos. Uma maior expressão de doenças autoimunes. Por quê? Porque o sistema imune não estava sendo utilizado para proteger aquelas crianças de parasita.
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Desconhecido
Estava tudo ali disponível para outra coisa. E aquilo ali poderia ser, inclusive, fator de risco para o desenvolvimento de outras desordens. Então assim vai desparasitar, tem que desparasitar a pessoa que está sintomática, que tem uma história clínica, que tem uma documentação que tem uma boa evidência de estar com parasitos. Fora isso, muito cuidado, porque é bom a gente brincar com a microbiota, a gente brincar de Deus.
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Desconhecido
Você tem que saber o que você está fazendo. Você não souber o que você está fazendo, corre risco de fazer besteira. Pronto. E se você tem certeza do que você está fazendo, você provavelmente também está enganado, né? Eu acho que era um Voltaire. Ele falava assim Eu tem, eu fico mais confortável com a pessoa que tem perguntas do que a pessoa que vem cheia de respostas de modo complexo.
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Desconhecido
Mas assim, eu crise em um minuto que eu quero ser respeitoso do teu tempo. Você tem paciente pra atender o que tá te animando nesse campo da gastro recentemente? Assim, eu lembro o primeiro paciente que eu vi de repouso. Ele tinha um ser ativa. Na época era assim, a única coisa disponível era a mesa latrina. E aí depois de um tempo, o pessoal começou a falar de transplante fecal.
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Desconhecido
Aí começou a virar umas loucuras assim tem alguma coisa que pra gente encerrar que tá tipo brilham dos seus olhos hoje em dia? Está pensando Cara, isso aqui é promissor. Tô de olho nisso aqui. Estou estudando bastante tal coisa pra deixar pra galera aqui antes da gente sair fora e cuidar do microambiente intestinal. Até tinha conversado. Eu comentei contigo que é uma coisa que tem encantado assim de novidade na Gastroenterologia.
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Desconhecido
Foi uma publicação até de 2022. O cara fez um mini de análise e foi publicado no diário Ele falando das coisas mais relevantes assim acerca de síndrome do intestino irritável. E foi publicado no ano de 2022. E ele falava cara, o microambiente intestinal. Cada vez mais ele precisa se olhar e quando a gente fala de microambiente intestinal, a gente fala ali.
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Desconhecido
O sistema imune do intestino. E aí, de novo, a interação disso com a microbiota. Então, a participação da microbiota na regulação desse sistema imune é os subprodutos e são produzidos não apenas por essa microbiota, mas também são produzidos por essas células do sistema imune. Ou seja, essas, essas peças, esses personagens, elas são tão importantes na regulação daquele ambiente, de novo fazendo com que você tenha ali uma integridade.
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Desconhecido
Você tem um bug ou estase, ou seja, que você tenha um equilíbrio, é que você ideologicamente tenha uma estrutura que funciona. Quando você olha, o transplante da microbiota é promissor. O transplante fecal é promissor, mas a gente tem que pensar que, por exemplo, a tua microbiota vai ter que começar a interagir com os meus genes e eu não sei, em última análise, qual é a resposta disso daqui a alguns anos, né?
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Desconhecido
Os meus, a minha microbiota. Eu tenho que cuidar para que ela seja a melhor, a microbiota que eu possa ter. Então, talvez esse modelo de transplante, se você perguntar para qualquer pessoa hipótese de onde está, você pode resolver situações no curto prazo, mas no médio longo prazo, ninguém tem essa resposta. A gente não sabe, porque de novo, esses interruptores ligados e desligados no nosso sistema, eles têm na microbiota uma participação fundamental.
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Desconhecido
Eles são muito importantes nesse ligar e desligar de gente pra quando ligamos gente que eu quero. Será que eu tô desligando genes que eu quero? Eu preciso. Na verdade, não tão. Na verdade, nem questão de querer questão de precisar. O que o corpo precisa é o corpo. Tem essa inteligência, Mede naturalmente aquela própria microbiota, recruta aquilo que a gente vai comer e conta aquilo que a gente precisa fazer.
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Desconhecido
É interessante que eu acho que a nossa microbiota sente preguiça também. Por isso que muitas vezes tem preguiça de comer saudável, preguiça de se movimentar, a preguiça de se exercitar. Então o que eu penso é cuidado, microbiota intestinal, isso todo mundo pode fazer. Faz um dilate, área bem feitinho que você tá cuidando do teu microambiente intestinal. Este é o recado que eu tenho pra dar.
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Desconhecido
Cuide do seu microambiente intestinal, comece pelo básico, faça o básico que é o resto. O resto aí pra isso tem o médico e o médico, o nutricionista, o médico médico para olhar pra esses distúrbios e ajudar a pessoa a se regular nesses distúrbios ali presente. Cara Cris, maravilhoso! Obrigado pela tua presença, pelo carinho, pela generosidade. Vou te azucrinar para a gente fazer mais Uma das coisas que vocês que estão curiosos e curiosas, tem o link aqui na descrição desse vídeo do perfil do Instagram do Cris.
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Desconhecido
Podem lá azucrinar a vida dele, mandar DM, pedir e coisa e tal. O Cris faz uns rios muito massa e eu estou lá sempre acompanhando e comentando também. Então eu acho que falamos tudo. O Cris tem bastante pra atender. Cris, obrigado pela tua presença. Tem uma última palavra aí que você quer dá ou vamo que vamo, não tem como.
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Desconhecido
Deus, obrigado pela presença de todo mundo Matheus e obrigado pela tua generosidade sempre. Beijo no coração hoje, um beijo pra vocês. Até a próxima. Tchau, Tchau, tchau.
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Desconhecido
O.
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Desconhecido
Celular.
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Desconhecido
Perdeu o.