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Desconhecido
Será que você está complicando as coisas demais? Essa live aqui de hoje é pra você entender como é que você pode parar de criar problema para sua própria vida. Eu não vou fazer isso aqui sozinho. Eu vou falar com a minha maravilhosa crise. Então salve, salve família verdadeira! Projetos no ar! Esse é o nosso projeto zero oito sete Episódio 977 aqui para você.
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Desconhecido
Eu vou chamar a crise e é uma maravilhosa a nossa prisão. Daqui a pouco a gente já fez várias live juntos e a gente vai falar basicamente sobre como isso, como é que você pode parar de se impor, lascar inteira na própria vida. Tem um pessoal que parece que bota o pé na própria frente pra tropeçar no próprio pé.
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Desconhecido
É sobre isso que a gente vai falar agora. Então, Chris Gozo, venha para a Live e sua maravilhosa! O Chris já começa se apresenta para as pessoas que não te conhecem. Fala um pouquinho como é que é a tua formação, porque você tem um monte de formação de psicólogo psicanalista que ela fala, assim como um pouquinho quem você é para as pessoas e vamos ver se a gente consegue dar umas dicas assim práticas para o pessoal que fica se ferrando na própria vida.
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Desconhecido
Então, uma coisa que para mim é importante sobre a minha vida é que eu foi filha da escola pública, estudei na universidade pública, tive uma rápida passagem pela escola particular que eu detestei bastante e foi dentro da psicologia. Fui muito setada assim para a psicanálise. O meu negócio era psicanálise. É e sempre acho que a percebi nos ambientes onde eu estava que eu não.
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Desconhecido
Eu não conseguia me enquadrar muito, eu não me vestia muito. Eu não. Eu nunca tava assim, com a roupa certa, no lugar certo, na hora. Eu vou contar um detalhe sobre hoje e esse negócio de desacerto. Ele percorreu toda a minha vida. Eu fiz várias incursões em muitas práticas assim vizinhas da psicanálise, da psicologia e mais sempre a psicanálise foi o meu, o meu barato.
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Desconhecido
E eu sempre tive vontade de uma psicanálise para todos, que tem a ver com a escola pública. E foi assim, andando na vida. E daí eu encontrei o Ayurveda e aí encontrei o Ali o. E não demorou muito eu encontrei o Matheus antes, um pouco eu tinha encontrado o meu, o meu professor de psicologia do yoga, o professor Jorge, que naquele e uma vez eu disse assim Jorge, assim, tudo bem, sabe, eu estou, eu estou bem, mas eu não estou bem.
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Desconhecido
Eu tenho uma coisa dentro de mim que não sossega assim. O que que eu posso fazer? E aí o Jorge disse Eu não vou te dizer se também disser assim antes de eu te dizer o que é que eu falei. Sim, é ir para um hospital na Índia fazer uma ponte a Karma. E eu falei como é que eu prometi esse troço, né?
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Desconhecido
Como é que eu me lasquei? Aí eu encontrei o Matheus na Índia. Matheus de chinelos, havaianas, bermuda, falando se carioquês e eu acidente de saia de Dorothy. Eu vivia de dor de cabeça de Butão. E que é que é assim? Era um dia antes dele botar o dote, a prévia da entrada do hospital. Eu falei Cristo, Rei, só não me bota de médico esse homem que a minha fala desse jeito não vai dar certo.
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Desconhecido
E lá a vida me brindou com esse presente maravilhoso que é o Mateus. E por que eu digo que é um presente maravilhoso, Que o Mateus tem uma qualidade de falar e lidar com coisas muito sofisticadas e complexas de uma maneira muito simples, muito simples e desesperadoramente simples, né? Então o Mateus me botava pra meditar e eu dizia Ai Mateus!
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Desconhecido
Nos últimos minutos eu entrei numa crise de ansiedade, fiquei desesperada e aí ele dizia Ai que legal Cris, que legal, tu demorou x tempo pra provocar a crise? Então agora amanhã tu vai meditar mais cinco. E isso me trouxe uma ideia muito linda sobre a vida de que nós só vamos resolver os nossos conflitos na presença deles. E é muito bonita essa possibilidade de ter ferramentas para resolver questões.
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Desconhecido
Então, hoje é o dia do planeta. Não sei qual é o dia do amarelo. Queria botar um amarelo. Aí encontrei essa camisa aqui que não tinha muito amarelo, mas enfim, tinha foi botar. Quando eu via a camisa toda melada, tem que botar um troço por baixo. Aí já não tinha mais tempo. Aí eu peguei uma calça bem amassadinho, sem sabe?
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Desconhecido
Essa sua echarpe amarela tá muito linda. Eu é muito linda, muito amarela e uma calça então, isso eu acho que que é importante, porque a gente necessita ser humilde.
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Desconhecido
Grato por tudo o que a gente recebe. E isso nos traz uma versatilidade. Eu comecei a falar com o Mateus. Ele falou criança, tá, o som tu tá onde? No computador? Para que tu tá usando fone de ouvido? É porque o meu computador não funciona nesse troço dos image aí. E ele falou Tá, mas tu não tem um celular, um celular, faz sei lá quantos anos que eu faço tudo de rede de fio pendurado, Mas vamos fazer pelo celular.
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Desconhecido
Três Ah, tá. Então, assim não basta, não é uma questão de boa vontade, não é assim. Então o mundo se divide entre os que têm boa vontade? Tem, mas não. O lance divide entre quem tem o recurso adequado para que a gente tem um recurso adequado. A gente precisa estudar, se dedicar, se expor, ter a humildade de reconhecer que não tá dando, que a vida não tá boa e ir na direção de ampliar a nossa caixinha de ferramentas.
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Desconhecido
Eu Eu trabalho com a oferta e a instrução de caixinha de ferramentas. É isso que eu faço na minha vida. Porque não ter a ferramenta não é possível para que a pessoa Ah, tá, eu posso tomar sopa de garfo, posso. Mas é ruim pra caramba, né? É muito ruim tomar sopa de garfo, então melhor tomar a sopa de colher.
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Desconhecido
Mas para isso eu necessito a instrução. Eu necessito que alguém tenha o que não precisa nem me oferecer a colher, mas que alguém que eu tenha visto alguém tomar a sopa de colher e para isso eu preciso estar aberta para ver. Então, de verdade, eu considero que os instrumentos Mateus que tu tem nos oferecido, eles são de altíssima qualidade.
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Desconhecido
Agora que é necessário. E como você falou, eles são de altíssima simplicidade também, né? Então eu acho que muitas vezes a mente humana que quer que acha assim, o problema que eu tenho é tão complexo que a ferramenta de resolução ela vai ter que ser da NASA, ela vai ter que ser uma coisa. Eu tenho que fazer um PhD e resolver esse troço.
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Desconhecido
Aí tu vem com uma ferramenta e é aparentemente simples. E a pessoa que é muito inteligente, a própria inteligência dela ferra ela. Eu vejo isso muito na clínica. Você trabalha com psicologia e com grupos e com o há muito tempo Crístico. Quero muito entrar na tua experiência. Um pouco mais. Eu acabei de chegar dois três dias atrás da Coreia.
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Desconhecido
Eu Eu passei 45 dias no Japão e depois passei uma semana, cinco dias na Coreia. Fiquei quase dois meses imerso na cultura japonesa, na cultura oriental. E aí você falando me lembrou de uma momento de ir num restaurante. E no Japão é muito comum você comer, tomar uma sopa junto com a comida e tu falar agora da sopa do garfo.
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Desconhecido
E aí eu me lembrei disso e é muito comum eles botarem a sopa de repente na tua frente como parte de um setor. Eles falam do um, do grupo de come de comidas e aí tu olha para um gringo e a sopa tá na frente dele e ele está procurando cadê a colher? E como não tem a colher às vezes ali do lado, ele não.
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Desconhecido
Ele fica parado olhando para a sopa. Ele acha que existe um abismo enorme entre ele e a capacidade dele de tomar aquela sopa, porque não tem a ferramenta que ele foi educado para utilizar. Ele. A expectativa de ferramenta não está presente, então ele se acha incapaz de tomar a sopa e tem um elemento. Eu acho que você comentou que eu acho muito bom, que é você ver outra pessoa fazendo ou a sua mãe ou o seu partido.
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Desconhecido
Cara, e tem um elemento que eu acho que você tem eu tenho que a falta de um parafuso na cabeça também, porque quando a gente tem a falta de um parafuso, isso nos dá uma certa irreverência, sabe? E em vez de reverenciar a maneira como eu fui criado da Sarah, eu tenho uma irreverência que é assim se não tem echarpe, vai a calça amarela mesmo e a gente tá com a calça amarela porque a pessoa que é muito reverente ela só faz do jeito.
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Desconhecido
Aquela coisa de educação francesa, com o livro na cabeça, que usa os talheres de fora para dentro, a pessoa é capaz de ficar olhando para a sopa e não tomar e a sopa esfriar e a sopa estragar. E a pessoa não toma e ela não consegue simplesmente fazer o que os japoneses fazem que catar a sopa e botar água direto na boca.
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Desconhecido
Que se às vezes ela precisa de uma colher para tomar a sopa, você só precisa botar ela direto na sua boca. Essa é um pouquinho irreverente com o instrumento que você acha que você deveria ter. Eu vejo muita gente na vida, muitos alunos e alunas e pacientes que ficam esperando ter o ferramental que a pessoa acha que ela precisa para tomar aquela sopa.
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Desconhecido
E às vezes eu, como você está falando? Bem, eu digo assim e tomo, boto direto na boca. E aí a pessoa que eu nem sabia que podia botar esse direto na boca, tipo, as pessoas nem sabiam que dava para pegar uma calça que eu não sei se vocês estão no YouTube. Vocês não entenderam isso ainda e vocês não entenderam isso.
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Desconhecido
Amarelo em volta da crise é uma calça 14 e até uma calça que foi colocada nas costas e está. As pernas da calça estão em cima do colo da Cris para tapar um pouco essa camisa. Então é uma calça, tá? Só você entender agora e.
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Desconhecido
Agora virou modinha agora E é uma coisa que é um capuz, um capuz com capuz, sabe? Mate! Olha só, eu acho que tu tá trazendo um conceito. Não sei se dá para as pessoas olharem, mas é assim, é potência e poder, né? Então, que tipo de potência é poder isso? Então, assim, a força da potência. A potência é um organizador onde os vetores de força eles são de dentro para fora e o poder é um vetor de força de fora para dentro, então o poder ele gera constrição, ele gera encolhimento e a potência gera ele ação.
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Desconhecido
Ela gera expansão. O poder gera contração e a potência gera expansão. Esse é um conceito fundamental, porque quando a pessoa tá na frente da sopa e não veio acolher, dependendo do referencial que ela tem dentro dela, o que tá acontecendo é uma instrução de poder.
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Desconhecido
Não vou trazer a colher ou mais do que isso, não estão trazendo a colher, mas como são desorganizados assim é uma, é uma é uma soberba que é o que no método que eu uso que é curação a cura pela ação a gente chama de delírio de importância. Olha que demais, a sopa está esfriando. Muito. Eu vou tomar aquela e aquela e aquela coisa que a gente olha pra cara da pessoa e ela Ela tá infeliz de canudinho.
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Desconhecido
Ela tá assim, tomando a vida assim.
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Desconhecido
Porque é tanto esforço para manter todos os elementos que ela precisa que não dá? Eu agora eu inventei que faz muitos anos já, mas agora ela agora foi radical. Agora eu consegui uma pessoa que costure roupa a mão, costure a mão e a gente está então bolando umas coisas para usar. Porque eu a lado uma budista, 1000 anos atrás, eu comprei uma sopa feita a mão e eu fui.
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Desconhecido
Me desapego, mimimimimi, desencaixado das outras roupas, um negócio bem, bem parafuso a menos ou sei lá, excentricidades ou qualquer coisa. Bom, agora eu encontrei. Então pra não gastar muito, para não investir muito, nós vamos fazer umas blusas de manga curta, quase manga e o capuz separado, sem que daí eu possa botar as mangas e o capuz, porque eu sou muito friorenta e posso levar na bolsa enroladinho, daí muda a temperatura, eu tiro botas, mande o raio, ou seja, a gente precisa de fato reconhecer que a vida é um presente que a gente não sabe como desembrulhar.
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Desconhecido
O pacote, porque a gente vê que é bacana, mas não tem acesso ao sentimento de serenidade, de apaziguamento. Então a gente vive numa correria, tentando se reformar e tem um conceito social mate que é muito importante, que é o conceito de de, assim, de desenvolver, de de vir a ser e de nem sei o quê de amadurecer e depois ficar podre é uma coisa assim o que você é não está bom não.
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Desconhecido
E sim, está faltando só isso e isso. Só mais um curso. Só mais uma coisa, é só mais um troço só. É assim. E eu adoro o conhecimento. De fato, acho que o conhecimento é a única coisa que liberta. A gente tem o CL, o Instituto conhece, mento liberta. Então tudo certo, com conhecimento, mas tudo errado com a visão da reforma, né?
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Desconhecido
Eu aprendo muito com os meus filhos, são os meus grandes professores e minha filha tem uma expressão que eu acho muito maneira, que eu falo alguma coisa agora. Já faz mais tempo isso, mas houve uma época que era muito assim. Eu falo uma coisa que é um reconhecimento bacana sobre ela e ela fala assim, mas.
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Desconhecido
A primeira vez que isso aconteceu eu queria morrer. Como assim? Mas não é que agora venha, não é? Agora vem a a informada, né? É informar, deformar não pode. Tá bom assim como é assim a gente precisa caminhar ao sucesso que nem o Buzz Lightyear do filminho, aquele que é que pode ser ao infinito e além. Sim, mas não como gozo da transformação e sim como peso da reforma.
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Desconhecido
Então aí fica muito ruim de ver na Matheus fica muito, muito chato, muito chato, muito longo, longo. Sim, essa sensação de falta eu acho que é como eu penso muito no Krenak falando que a vida não é útil e eu tenho. Eu tenho aplicados cada vez mais na minha vida e trazidos cada vez mais para os meus pacientes e alunos e alunas, porque eu vejo como uma doença essa necessidade de utilidade constante.
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Desconhecido
E como, como você falou agora, eu eu seria incrível se isso alguma coisa eu sou da era, mas não sei lá. Então tem uma adversativo aí no meio, aí eu gostaria, eu tenho. Eu falo isso muito hoje em dia, do tipo assim você já tem o que você precisa, é excelente isso. Existe uma chance muito grande de você já ter tudo que você precisa, e se você eliminar o excesso, você já vai estar bom já, porque a pessoa ela não consegue sair do lugar e ela acha que ela precisa de uma alavanca especial para sair do lugar.
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Desconhecido
Mas é porque ela está tentando pegar um monte de coisa junto com ela e ela não tem para carregar, né? E aí ela fica incoerente que nem a pessoa que está tentando tomar sopa e não tem a colher. Ela fica esperando ter um guindaste para levar ela e tudo que ela precisa para frente. Se ela simplesmente largasse tudo tem uma leveza ali que consegue andar, sabe?
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Desconhecido
Tipo, tem ela tem meio que você precisa, só que o excesso ele está te sufocando e a pessoa que acha que está com falta de ar e fica e a gente tem que mandá la expirar porque ela está com excesso de ar e não dá para entrar mais, sabe? Tipo, e muitas vezes os problemas que eu vejo que as pessoas criam para a própria vida são esses problemas que vêm da dessa demanda por excesso infinito e do tipo é só mais um curso para eu poder entender o que está faltando.
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Desconhecido
O meu aluno da formação que ele fala. Eu não me sinto preparado ainda. Eu preciso fazer os. E eu explico. Ninguém se sente preparado, nunca. O médico acaba a medicina e acha que é um embuste de atender um paciente. O psicólogo acaba a psicologia e ele sente que ele não tem condição. A gente simplesmente faz simplesmente transborda. Você nunca vai estar pronto para ser você e você, porque ele sabe que ele.
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Desconhecido
Eu me lembro uma vez, assim que eu estava me sentindo toda zuada e eu fiz uma consulta contigo e tu falaste Sim, bom, mau. A consulta longuíssima. Aí tu falou assim Bom, querias. Então agora eu vou te pedir que no banho tu pegue um pano e bote a água do chuveiro quente e bote em cima do nariz. Tá.
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Desconhecido
E eu agora vou te dizer só isso. Eu Como assim? Conversamos 01h30 e tu me diz que é para botar um paninho no nariz e aí tu me explicasse um conceito super importante, além de me dizer em todas as consultas Cristo é saudável, é saudável, Tu não tem que te ocupar. Ah, Mateus! E aí eu escutei que tem que fazer.
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Desconhecido
Não querias? Não, não, Tu não é? Eu estou trazendo isso não para dizer ai como eu sou saudável, Não pra dizer como a gente, no nosso delírio de importância e de grandeza, como a gente quer sofisticar o nosso problema para justificar o sofrimento. Então tem uma uma barbada que é a seguinte em vez de usar massa, que é uma conjunção adversativa, use e e que é uma conjunção aditiva.
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Desconhecido
E aí a sua vida vai mudar, porque você vai causar tanto desconforto no seu ambiente que as coisas vão como o dominó começa uma peça que era o conceito de botar o quente aqui para me abrir, para me desentupir pia. Eu toda alérgica, eu toda entupida. Eu. E aí quando a gente diz numa conversa não sei quando você quer dizer que é e a frase pode ser a mesma que a gente ia dizer antes e eu não gosto quando você faz Não sei o que a Teresa, mas qual é a diferença do mas e do e é que o mas ele invalida tudo que veio antes.
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Desconhecido
Sim, você é ótimo, Matheus, Mas você é chato, esquece tudo antes do mano. Só ficou chato agora. Você é inteligente, criativo, divertido, é chato. Ficou. Agora entrou, representou. Essa frase não é maravilhoso? Então, assim, uma dica super simples e que necessita muita coragem, muita coragem e incluir. Eu digo, é muito o bastante. Eu digo esta também sou eu.
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Desconhecido
Quando vem uma coisa meio e ameaça também sou eu, né? Gostaria muito de não ser, mas meu personagem veio com esse troço, né? E é isso que temos. Eu tive um marido que ficava muito puto. Ele dizia assim Não, com a crise não dá, porque a crise ela sempre diz que foi o melhor que ela pôde fazer. E era isso.
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Desconhecido
Ela não sofre não. Mas na época eu sofria muito, eu sofria muito, mas enfim, hoje então ele é hoje. Então ia ser insuportável pra ele, porque.
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Desconhecido
Total total. E ele Ai, mas é tão lindo isso, esse eu amo cada vez mais essa história da potência. Eu acho que a minha terapeuta Beth, ela também. A gente fala muito desse lugar de. Usar essa palavra como esse sistema pra entender alguma atitude em direção a vida. Eu vejo muitos alunos que chegam pra gente na dúvida, venda.
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Desconhecido
Inclusive um parêntese importante aqui. Cris Ganz vai dar uma aula hoje num curso que a gente está tendo, que chama mente sem véu dentro da nossa comunidade. Então, se você quer aprender mais com a Cris, venha para o curso hoje à noite, 07h00 da noite, não me engano, tem aula da Cris e pra vocês no youtube tem um link aqui na descrição que leva você para conhecer a nossa comunidade no Instagram.
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Desconhecido
Você pode escrever Comunidade que eu te mando o link por DM. E a nossa comunidade de estudos continuados em Ayurveda. Nela tem um monte de cursos lá dentro tem uma mentoria mensal comigo, inclusive ao vivo no sul que tá rolando um curso. A gente faz cursos assim. Tá rolando o curso agora com vários professores incríveis e um deles é a Cris.
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Desconhecido
Esse curso de uma mente sem véus, com várias perspectivas diferentes. Marília, como é que a mente. Lindo foi o Rodrigo Barroso. Você coordenador de pedagógico, que ele trouxe essa perspectiva e foi incrível. A gente amou também. E aí eu estou falando isso porque? Porque a gente tem várias alunas e alunos que vêm para estudar Ayurveda com essa perspectiva de escassez sobre a própria vida e personalidade, do tipo assim olha, eu vim procurar o Ayurveda porque eu acho que só tá faltando eu aprender a fazer, a olhar ação.
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Desconhecido
Se eu fizer a raspar a língua, as coisas vão melhor. Se eu souber o meu dosha, de repente a minha vida ela anda. E como eu tomo um lugar e tudo o que me separa de onde eu quero estar é uma técnica que está faltando. É uma coisa que eu preciso fazer alguma ou é algo a mais? É um suplemento, é uma planta.
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Desconhecido
E eu, como fiz contigo lá no vale de Grama, lá na Índia, aí como eu faço comigo mesmo e com todo mundo que eu tenho a oportunidade de servir, Eu Eu tento lembrar a pessoa que sem dúvida nenhuma tem muitas coisas que dá para fazer, Mas primeiro, antes da gente começar a fazer, vou parar de fazer, porque tem muita coisa que está fazendo em excesso.
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Desconhecido
A maioria das pessoas que eu vejo hoje que tem problemas. O problema não é a falta de acho vagando, a falta de um chá especial. A maioria das pessoas hoje ela está fazendo mais coisa do que ela precisa, tipo, sem ser humano não deveria ser tão difícil assim. A gente vê um cachorro andando no meio da rua. Eu fico pensando gente, não tem contrato, não tem PT, não tem nem roupa e vive uma vida inteira por que a gente é esse bicho que acredita constantemente que está sempre faltando.
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Desconhecido
É uma bolsa da Chanel que está entre a minha pessoa e a minha. A minha realização. Fala um pouquinho sobre isso, mas assim que também você fala quanto tempo você trabalha como psicóloga? Que você vê o paciente? Você deve ter visto milhares de pessoas que você vê o tempo inteiro na clínica. Tem uma coisa algumas coisas que você sente que as pessoas botam obstáculos na própria frente delas, sabe?
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Desconhecido
Tipo, quais são os maiores problemas que as pessoas têm na tua experiência? Eu trabalho na clínica com pessoas.
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Desconhecido
Há 40 anos. Sacanagem. E antes eu trabalhava com a família. A minha grande e minha grande especialização foi o meu pai. Então aí já é 50, 50 anos.
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Desconhecido
E quando tu tava falando, eu tava escutando e tava pensando do detalhe. É que o detalhe que a pessoa busca é o detalhe do domínio, do controle, do poder para que ela tenha mais poder. A bolsinha da Chanel é o poder, né? Eu me lembro que eu quando tu fosse correr uma maratona ou eu não sei o que é que tu correu de sapatilha, ia.
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Desconhecido
Eu olhei para aquilo e pense assim daqui a pouco, daqui a pouco eu vou escutar mais sobre sapatilha, porque nesse momento é só ele que a referência que eu tenho de sapatilha. Mas daqui a pouco a ficha vai começar a cair. Bom, não é assim. Não sei quanto tempo levou e começou a cair um monte de propaganda. Sapatilha Sapatilha Sapatilha de Corrida Sapatilha de Corrida.
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Desconhecido
Então, tenho um aspecto que é o aspecto genial que eu não sei se não sei. Realmente foi o Leonardo da Vinci que disse que a última sofisticação é a simplicidade, mas é boa. A frase é boa. Então o simples, o simples, ele, ele, ele tem. Ele tem muito amor no simples, porque é o contrário do poder, tem muita força, tem muita expansão.
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Desconhecido
O simples, a coisa que é 100% eu recebo na clínica e sob o meu sintomas como dominar o mundo. As pessoas querem dominar o mundo, elas querem dominar o corpo, elas querem dominar os filhos. Ela quer dominar o marido, quer dominar a mãe, a quer dominar. Eu recentemente estou à toa, às voltas com uma pessoa muito especial, uma pessoa muito sensível.
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Desconhecido
E ela não quer sentir a ansiedade que ela sente, porque é uma ansiedade que ela se paralisa frente a ansiedade. É o que eu digo para ela é que tudo bem, que merda esse troço aí que está sentindo. Mas é o seguinte, vambora com isso mesmo, não? Ah, não dá, Dá. Dá sim, Dá o que? Não dá pra ficar na cama observando a perna tremer de ansiedade.
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Desconhecido
Aí não dá. Agora dá pra ficar em pé. Deu. Dá pra dar uma caminhadinha? Deu. Dá pra dar uma corridinha? Deu. Da pessoa se suar melhor, deu. Eu fiquei muito cansada do exercício. Ótimo. E daí quando fez, daí eu descansei. Maravilhoso.
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Desconhecido
Né? Porque antes eu tava na cama e minha perna tremia, não conseguia descansar, então parece uma zoação. Eu Eu recebo pessoas que ficam a princípio muito desconcertadas comigo, muito desconcertadas, porque elas queriam um ambiente super estofado, super assim do bebê do coisa e tal. E sabe, a vida não é a vida não é porrada e bomba, não é isso, não é isso.
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Desconhecido
Mas a vida é um enfrentamento. Então, por trás de todas as queixas, sempre é como eu faço pra conseguir que o mundo e que eu me enquadre naquilo que eu definir, que tem que ser. E daí, querendo ou não, não vai dar, não vai dar. A boa notícia é que não vai dar. Se tu conseguir, ferrou total. Teus filhos vão ser uns idiota.
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Desconhecido
E tu vão. Antes da gente começar live, eu tava dando notícia a partir do meus filhos, né? O Lorenzo tá pelo mundo. Nono coisa essa no celular. Psicanalista trabalhando com as pessoas e olhando o mundo com os olhos bem arregalado. Alicia fazendo concurso porque quer estabilidade e mandando muito bem. E irmã porque mandando bem, Porque ela é muito inteligente e é humano.
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Desconhecido
Vou te falar o seguinte às 06h30 a bicha tá acordada estudando.
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Desconhecido
Porque? Porque não tem mágica, né? Não, não. Então é. Tem uma coisa da vida que é uma, é uma dedicação.
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Desconhecido
É uma coisa assim que é necessário dedicar se. Nós não viemos com approach aí dos cachorros. Eu pensei assim Bah, o Matheus tá zoando, Os cachorros vieram sem roupa? Não, Eles tem um pelego, Eles têm uma pele de cordeiro. Então assim, a gente veio com esse desenho meio meio lombriga, meio outro meio. A gente é um bicho todo assim, todo vulnerável.
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Desconhecido
A gente mais parece uma minhoca, né, Toda retorcida. E aí a May tem uma coisa, né? Não sei se minhoca tem pé, mas tem uns bichos que parece minhoca que tem pé. O negócio é andar e olhar e investigar como é que vive os outros, né? Então, Ah, eu gosto muito de coisa de casamento. Fui casada várias vezes.
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Desconhecido
Um dos meus maridos, ele diz que ele aprendeu a beijar olhando que as mães, os coleguinhas beijavam as crianças porque ele não conhecia isso. E daí quando ele viu ele e ele capturou a cena, ele chegou em casa e falou Eu quero um beijo, porque não é só uma criança pequena, viu? E ainda tem o nome beijo. Tem todo um monte de aprendizagem.
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Desconhecido
Ele falou Quer um beijo? Então, a história do ressentido, A história do ressentimento é assim A vida é uma grande festa só pra mim que não.
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Desconhecido
Mas eu posso aprender, eu posso aprender. E aí, Matheus Eu acho que tem um movimento no Brasil que é o movimento. Tem um monte de coisa horrorosa acontecendo no mundo inteiro, mas tem um movimento no Brasil de potência dos negros que é maravilhoso, maravilhoso. Cada vez mais dá vontade de chorar Cada vez mais Eu vejo nos teus congressos mulheres negras, palestrantes maravilhosas, super sabidas, super sabidas e jovens assim que eu quero dizer tudo bem, esse eu sabia de velho, entendeu?
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Desconhecido
Eu já estou na categoria velha, sabia? Na a pessoa pra ser velho e não sei, eu sabia. Tem que ser muito tosco, mas jovem e sabida, porque podia ser jovem, arrogante. Só que é uma coisa que combina muito também. Mas ele, arrogância, combina com tudo, com o velho, com o jovem, com todos. Mas enfim, eu vejo que tem um movimento de apropriação.
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Desconhecido
E esse é lindo, é lindo assim que que que tu seja esse lugar humano, que possa abrigar e albergar e oferecer tanta potência, né? Eu te agradeço muito pela oportunidade. Eu acho que a gente tem um privilégio, ele traz um monte de responsabilidades. Então eu sou uma pessoa que vim para a vida desse lugar de privilégio absoluto. Então eu não acho que é nem elogiável.
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Desconhecido
Eu acho que é tipo, porque as pessoas não entendem isso também. Na crise a gente tá falando de tanta coisa. Espero que isso aqui entre na cabeça de vocês maravilhosos, que estão aí maravilhosos assistindo a gente. Mas primeiro eu acho que a gente falou um bocado sobre o acúmulo de desnecessidades assim como muitas vezes o que está criando problema na tua vida, o teu impulso de acumular elementos ou acreditar que tem ferramentas que são necessárias e que na verdade não precisavam ser.
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Desconhecido
Se você for um pouco irreverente, a história da sopa que você pode comer de colher ou de garfo, mas você pode só pegar o tal tigela e também botar contra os lábios. E aí eu acho que agora a gente tá entrando em outro ponto essas larvas não são gritadas. Eu É crise para ficar aqui conversando. Estamos há anos conversando e vamos ficar mais muitos anos conversando.
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Desconhecido
E eu acho que agora a gente está entrando num ponto que eu quero trazer também, que é muito importante, que é o assunto da responsabilidade, né? A responsabilidade e a habilidade de responder não é a culpa. Então eu estava, por exemplo, recentemente em Okinawa, no Japão, e antes de Okinawa, estava no Rio de Janeiro, morando na floresta lá no meio do mato.
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Desconhecido
Invariavelmente, quando eu saía para correr na minha casa lá em Paraty ou quando eu estava mergulhando o nono em Okinawa, que é dos mares mais lindos que eu já vi na minha vida inteira. Eu estava fazendo o mergulho livre com peixes e tudo mais. E aí eu olho para o topo. Eu estava lá no fundo, os oito metros de profundidade.
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Desconhecido
Eu olho para cima e eu vejo um saco plástico e o saco plástico no mar. Ele parece uma alga, uma água viva e é batata para a tartaruga marinha olhar para um saco, achar que é uma água viva, que eles comem na água. Viva a tartaruga e ele vai e come o saco plástico e se engasga. E é um horror.
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Desconhecido
Então, como eu tenho esse cuidado? Eu sou um devoto do mar e dos seres marinhos. Eu via lá de baixo aquele saco plástico e aí nadei na direção do saco, catei ele, botei no meu bolso e eu poderia pensar que porra não fui eu que taquei esse plástico? Sim, E não foi culpa minha. Então, tipo, dane se, entendeu?
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Desconhecido
Eu estou saindo para correr no meio do mato lá em casa, em Paraty, e eu vejo um monte de lixo no chão. Sempre. E eu não cato todos os lixos que eu vejo no planeta Terra, mas eu catou alguns que eu cato e muita gente fala assim como a tua mãe, Não foi você que tacou o lixo, entendeu?
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Desconhecido
Isso não é sua responsabilidade. E eu digo não, mas é que o teu conceito de responsabilidade tá errado. E não foi minha culpa. Não fui eu que fiz. Mas não significa que eu tenha a possibilidade de agir aqui, de responder. Então, se eu tenho a habilidade de responder ao problema ou à situação, eu tenho a responsabilidade sobre aquela situação.
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Desconhecido
Na hora que eu vejo plástico no mar em Okinawa e eu tenho a possibilidade de pegar aquele plástico e botar no bolso, eu tenho a habilidade de responder a esse plástico. O plástico é minha responsabilidade e eu acho que na vida, muitas vezes eu quero te ouvir. Obviamente sobre isso. Chris Mas por um lado, existe um impulso de excesso continuo de só mais um corpo, só mais uma bolsa, só mais uma camisa, só mais eu preciso de uma série de elementos para chegar onde eu quero chegar.
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Desconhecido
Quero te contar uma história que tomo, sabe? Do Monte Fuji também sobre esse primeiro ponto e, por outro lado, tem uma abstinência, sabe do tipo de também exercer o meu, a minha potência. E pensando mas isso aí não fui eu que não é culpa minha. Não sou eu não tenho nada com esse negócio. Então eu meio que me enclausurou num lugar de segurança, de certa forma, para dizer assim, o mundo tem um monte de desafios.
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Desconhecido
Eles são desafios cabeludos, difíceis às vezes de serem lidados. E não tem nada que essa porra entenda. Não fui eu que poluí, entendeu? Qual é o problema? Meu? E eu acho que tem uma coisa também da potência de olhar para o mundo, de um lugar de habilidade de responder. Não que tudo seja minha responsabilidade, mas se eu vi aquele plástico naquele momento, aquilo me irritou, me provocou.
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Desconhecido
Eu vou catar aquele negócio, vou colocar ele no meu bolso. Deixa eu te contar uma história sobre o Monte Fuji que aí depois eu quero te ouvir sobre responsabilidade, sobre essa coisa dos excessos. Eu cheguei no Japão e eu Eu queria escalar o Monte Fuji, que é a montanha mais alta do Japão. Senta a galera que lá vem a história.
00:42:30:10 - 00:43:02:27
Desconhecido
Tem umas quase 500 pessoas aqui na Live. Senta que eu vou contar uma história. E aí eu tinha uma janela que eu podia escalar o Fuji, porque eu fujo, fecha a escalada e eu queria porque queria escalar o negócio. Amar a montanha mais alta do Japão é uma coisa simbólica e tal e tal. Aí eu cheguei no Japão todo virado de fuso e dois dias depois eu tinha marcado de escalar o FUD, porque senão ia fechar a janela e aí eu fui o vou escalar o FUD e é muito interessante porque tu tava falando da minha sapatilha, eu escalei, eu fui com ela também, que é a mesma que eu corri a maratona de Nova
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Desconhecido
Iorque, a mesma que eu corri. Eu era homem do Rio de Janeiro. É mesmo o mesmo sapato que eu faço tudo. E eu cheguei no Japão e o pessoal tem essa coisa que você citou vai escalar hoje, tu precisa da calça do escalador e da camisa do escalador e da bota do escalador e da mochila especial. Eu sei que lá tem um monte de parafernália que aí a pessoa vai lá e compra um bando de parafernália pra conseguir.
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Desconhecido
Faz subir a montanha. Como eu tenho um parafuso faltando a minha cabeça, eu não consigo pensar desse jeito. Eu penso assim. Mas calma aí, Com certeza subiram essa montanha há 200 anos atrás, uns camponeses japoneses com a roupa de algodão que eles tinham no corpo e a sapa e o chinelinho. Eles não tinham bota especial, camisa especial. O Fuji já foi subido muito antes de existir essa tecnologia, então não é possível que eu preciso comprar um bando de coisa.
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Desconhecido
E aí eu virei para o outro, para a Camila, que é maravilhosa, que estava ao meu lado, organizava e acho que eu falei pra ela Camila, eu não vou ficar comprando coisa pra subir montanha nenhuma, Eu vou do jeito que eu tô, porque eu estava de calça jeans e sapatilha e camisa. E essa camisa aqui provavelmente. E eu vou subir.
00:44:14:22 - 00:44:33:06
Desconhecido
Eu fuja assim mesmo, tipo assim, porque calça jeans e calça não precisa de uma calça especial. Camisa, camisão, tudo. A camisa, o pessoal, o sapato, o sapato. E aí eu subi, eu fugi de calça jeans e sapatilha e eu subi, eu fugi. Foi perrengue. Eu senti mais frio do que eu precisava. Se eu tivesse uma calça especial da Lulu Lemon.
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Desconhecido
Mas o fato é que eu senti frio, fome. Eu fui. Foi maravilhoso. Desci o fusca maravilhoso. Então quando eu desci hoje e na hora que eu estava subindo, tu não sabe quanto eu ouvi das pessoas que tu é doido, que não tem como que quem, que maluco! E quando eu estava subindo, estava fazendo uns stories no meu instagram pessoal e as pessoas que mandavam bem, me diz, eu estou de calça jeans, Você é louco que eu nunca faria isso?
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Desconhecido
Blábláblá. Um monte de comentário me dizendo que não tinha como subir. Eu fugi de calça jeans, eu subi o forro de calça jeans, desci, eu fui de calça jeans. Quando eu cheguei na barraca de volta, as pessoas continuaram. Eu não acredito que eu fugi de calça de estavam presas nessa história da calça que você tinha que ter uma calça e como eu não tenho um parafuso eu nem pensei Cris, eu só subi.
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Desconhecido
Então eu queria te ouvir falar um pouquinho sobre essas duas coisas assim um pouquinho para a gente. A gente está terminando mais quatro minutos de live, me fala um pouco sobre responsabilidade e sobre essa coisa dos excessos assim, sobre essa criação de necessidade que eu acho que tem muito a ver com a criação de problemas na nossa vida.
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Desconhecido
Eu não estou de acordo contigo. Costumo abençoa que eu ouvi inclusive o resultado do teu pensamento, que foi o pensamento histórico, o pensamento de que a galera subiu o Foggy com roupa de algodão e chinelinho. Sim, então não é assim. Pensa, mas não sabe por que todo mundo te dizendo isso? Porque assim é importante ter um critério de avaliação com a vida, né?
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Desconhecido
Um juízo de avaliação, não um juízo de é bonito e feio, não, mas um juízo. Freud chamava juízo de atribuição de existem não perde o juízo de existência, não de atribuição. O juízo de existência é o seguinte tipo hoje existe, existe o clima existe, as pessoa existe eu e vai dar porque eu estou mais ou menos a mesma roupa e acho até que tô um pouquinho melhor.
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Desconhecido
Então só partiu. Então tem uma coisa de existência. A atribuição é a marca da calça, a gramatura do nosso eu, que é o nível de transpira ação. É tá, tá, tá, tá, tá, tá. Isso é uma outra coisa. Então.
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Desconhecido
É importante a gente saber que a responsabilidade é uma resposta hábil e que as pessoas têm habilidades diferentes. Então elas vão dar respostas diferentes. Portanto, elas têm responsabilidades diferentes. Quanto mais habilitado, habilidosa, hábil for a pessoa, quanto mais abençoado ela for, quanto mais bênçãos ela tem, mais responsabilidade ela tem. Claro que sim. Então tu tem muita responsabilidade e a tua responsabilidade de ter subido de calça não é porque tu tem um parafuso a menos, é porque tu quer provar como um testemunho que é possível fazer coisas de uma forma mais simples.
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Desconhecido
Não é uma coisa arrogante e ingênua. Só não, não, não. Até pode ter uma arrogância assim que tu quer ser o cara que sobe de calça jeans, tá tudo bem, mas tem um propósito que está enlaçado com a tua missão aqui no Bolinha Colorida Planetinha Terra, que é mostrar que é possível fazer coisas de forma simples. Sim, isso é uma ética.
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Desconhecido
Não é que tu tá Ah, eu era a Camila. Não vou comprar não, não é isso. É? Olha só, acho que é importante que eu possa tentar sem comprar. Pode ser que eu não consiga. Olha, eu subi até a metade, comecei a ter hipotermia, voltei, comprei uma calça do não sei o que lá fui de novo. Foi sem casaco.
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Desconhecido
Não deu. Voltei. Comprei na décima vez, comprei o gorrinho de asma e as luva. Mas eu tentei sim. Então é maravilhoso. A última coisa a culpa, a culpa é um delírio de importância, não é outra coisa. A culpa é um delírio de um dos meus pacientes, Meus aluno dizia assim Ontem eu perguntei para uma paciente o que é tal coisa?
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Desconhecido
Ela falou arrogância. A Eu falei errou, errou, tá, tá pouco Estrada Por quê? Ah, mas que coisa mais repetitiva. Crise, eu digo. Mas o troço é repetitivo e tu não aprende. Imagina se não repetisse? Imagina se cada vez fosse um conceito mirabolante criado só pra você e para sua filhinha e para o seu relacionamento com o seu marido, com sua mãezinha, Não é querida, não é?
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Desconhecido
Bilhões de seres humanos com o mesmo problema. E o problema é delírio de importância, instrução de poder e domínio e controle. Aí o ser humano dominou o fogo, não dominou, o fogo está aí queimando enlouquecidamente. Então nós não dominamos nada, nada. Se eu disser Mateus, vai agora no banheiro fazer número dois, tu não vai, tu só vai quando o intestino quiser.
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Desconhecido
Número dois. Então vamos parar com essa loucura, entendeu? De delírio, de importância, de grandeza e, portanto, de culpa. Porque a culpa é assim e se eu fosse a pessoa que eu não sou? E se eu tivesse feito uma coisa que eu não fiz? Então, delírio de culpa é um delírio de importância. É o contrário da responsabilidade. A responsabilidade é um troço assim, sabe?
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Desconhecido
Na sandália da humildade eu vou subir o monte. Vou só te fazer uma pergunta para terminar, sei lá que é o seguinte Tu, tu, meu meu, vai o amor da tia. Eu ia te dizer assim Ó Mateus, eu vou subir o monte. Foi hoje com a sapatilha, uma calça de brim, a camiseta, tudo bem, o que é que tu diria para mim?
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Desconhecido
O que é que tu diria para mim? Eu sendo a tua paciente? Eu que tu dizes? Eu ia dizer de verdade para você dentro da. Queria dizer de verdade, Cris, tenta, mas leva um casaquinho, umas meias, um o que tu querias? Lembra que tu é friorenta. Nós tava lá na Índia e tu fazia o troço da avaliação e tu tremia de frio, entendeu?
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Desconhecido
Cada um é um assim, cada um é um querias, tudo bem, mas leva um casaquinho, umas calça, porque né? Se tu precisar, né? Então é importante ver a condição de cada um de nós. Sim, zero culpa. Quando você se sentir culpada, culpado, para e pensa Eu estou momentaneamente louco. Como? Como eu desço daqui? Porque eu. A loucura tem a ver com a importância.
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Desconhecido
Uma pessoa sobe numa escada magirus na escada de bombeiro Como eu saio daqui? Essa merda aí quando eu chego lá em baixo, aí eu tenho responsabilidade, eu transformo a culpa em responsabilidade. Então fica a dica transforme culpa em responsabilidade. Pelo amor de Deus, tu tudo junto, pelo amor de Deus! Uma palavra só. Eu acho que esse convite é maravilhoso e aí eu vou deixar assim esse papo vai continuar às 07h00 da noite, então vai.
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Desconhecido
Eu venho para o pensamento sem véu aqui no YouTube. É o primeiro link da descrição. Entra lá na página, garante a sua vaga. Quando você faz isso, você tem acesso ao monte de cursos do bebê. A gente tem uma mentoria comigo uma vez por mês e você ainda apoia o trabalho? Dúvida vendo que está aqui tentando fazer espalhar esse conteúdo para as pessoas?
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Desconhecido
Cris Gomes maravilhosa no Instagram, escreve comunidade aí nos comentários que eu mando o link para vocês. Bom, até mais tarde para todo mundo que vai ter aula com a Cris. Mulher não tenho nem nos vamos muito em breve de novo. Sim, amado, estamos arrumado, amado, Muito obrigado. Muito obrigada, gente! Muito obrigada. Beijo pra vocês! Até a próxima prova.